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Ministério da Saúde apresenta relatório sobre a qualidade da água em Divinópolis e região. Veja resultado

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A atuação do Ministério da Saúde em segurança e qualidade da água para consumo humano tem como objetivo contribuir para a universalização do acesso à água potável no Brasil e o atendimento das metas do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, qual seja, assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos. Assim, o estudo busca contribuir com a prevenção às doenças de transmissão hídrica e com a promoção da saúde da população.

O Mapa é feito através de testes realizados pelas empresas de abastecimento. Eles integram a base de informação do controle de Sistema de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (SISAGUA). Os dados foram interpretados de acordo com parâmetros do Ministério da Saúde e divide as substâncias em dois grupos de periculosidade. A água tratada pode carregar agrotóxicos e outras substâncias perigosas para saúde quando estão acima do limite permitido.

O relatório mostra a situação de algumas cidades da região. Divinópolis entre 2018 e 2020 atendeu todos os parâmetros e as substâncias estavam dentro do limite de segurança. A mesma situação se repete nos municípios de São Gonçalo do Pará, Nova Serrana, Itauna, Santo Antonio do Monte e Oliveira. Todas cumpriram as determinações do Ministério da Saúde para manter a qualidade de água para o consumo humano.

Já as cidades de Claudio, Perdigão e Araújos foi encontrada uma substância acima do limite fixado que gera risco a saúde. O caso mais grave foi registrado na cidade de Pedra do Indaiá. No município além de uma substância acima do limite gerando risco a saúde foi encontrada uma substância com maior risco, podendo gerar doenças crônicas como o câncer. O fato é preocupante e foi responsável por um sinal de alerta no Ministério da Saúde.

O relatório só não aponta a situação da qualidade da água nos municípios de Itapecerica, São Sebastião do Oeste e Carmo da Mata. Essas cidades não encaminharam os dados ao SISAGUA. De acordo com o Ministério da Saúde essa situação é muito comum. A falta de transparência compromete o trabalho no setor de fiscalização. Em quase metade dos municípios cerca de 48%, as companhias de abastecimento não informaram os dados ao Sistema de Informação. A falta de transparência é considerada grave, já que é através do relatório que as secretarias municipais e a secretaria estadual de saúde monitora a qualidade da água.