A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) informou que “instaurou procedimento administrativo” para apurar o vazamento na quinta-feira (13/4) de imagens da autópsia do corpo da cantora Marília Mendonça.
“A
Polícia Civil informa que o sistema onde ficam armazenados os
documentos investigativos é auditável e que a Superintendência de
Informações e Inteligência Policial (SIIP) já está realizando os
levantamentos com vistas a identificar todos os acessos ao referido
laudo”, diz a assessoria da instituição policial em nota,
destacando que “não coaduna com esses acontecimentos e assegura que
a ação está sendo apurada para esclarecimentos e responsabilização
dos envolvidos”.
A
equipe da cantora disse que “começaram a circular
em grupos de WhatsApp fotos do inquérito policial que trata do
acidente e da morte da cantora Marília Mendonça”.
Segundo o
texto, a mãe da artista, dona Ruth, preferiu não se manifestar com
relação ao assunto, mas pediu “que as pessoas tenham respeito e
empatia e entendam que há uma família que sofre toda vez que
situações assim ocorrem”.
O
vazamento das fotos de Marília é enquadrado como vilipêndio de
cadáver – um crime previsto no artigo 212 do Código Penal
brasileiro, sendo qualificado como uma ação que desrespeita os
mortos ou suas cinzas. A pena aplicada em caso de condenação varia
de um a três anos de reclusão, além de multa.
Conhecida
como a Rainha da Sofrência, a cantora morreu aos 26 anos em
acidente aéreo em novembro de 2021, na cidade de Piedade de
Caratinga, em Minas Gerais. À época, além do piloto e copiloto, o
produtor e o tio, que também era assessor da artista, não
sobreviveram.















