
Quando declarada a guerra, a invasão prometia ser arrasadora e a saída dele do país não foi fácil, depois de conseguir deixar o território ucraniano, ficou na Finlândia, mas voltou para a Ucrânia onde o futebol continua, mesmo em tempos de guerra.
Nesta vivência do dia a dia ele disse que a rotina é normal, algumas vezes interrompida pelas sirenes de alerta, mas até o momento apenas algumas situações que jamais viu a não ser pela televisão.
Vivendo em Lviv, que fica próximo a fronteira da Ucrânia, onde os jogos também estão concentrados nesta região, oposta a invasão que se direciona para a capital Kiev. Ele também diz que o controle de informações é muito bom, por meio de um aplicativo é possível ser avisado de alguma situação, se sente seguro no local onde está e volta para lá já no início de janeiro.












