A memória litúrgica de São Felipe e São Tiago, celebrada pela tradição cristã, inspira reflexões profundas sobre fé, confiança e o destino final da humanidade. Em mensagem marcada pela espiritualidade e pela esperança, Frei Jacir conduz os fiéis a uma meditação baseada no Evangelho de João (14, 1-12), reforçando o convite à serenidade diante das incertezas da vida.
Ao recordar também a festa do descobrimento da Cruz, Frei Jacir ressalta o simbolismo do sofrimento transformado em redenção. A cruz, antes sinal de dor, torna-se sinal de vitória e esperança para os cristãos. Nesse contexto, a caminhada rumo à eternidade é apresentada como um percurso de confiança, sustentado pela presença divina.















