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Print Júnior recusa acordo do MP para confessar crime

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O vereador afastado de Divinópolis, Eduardo Print Júnior (PSDB), recusou um acordo de não-persecução penal feito pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).

De acordo com a defesa do parlamentar, a proposta terminaria com os processos em qualquer instância, desde que ele confesse os crimes de corrupção ativa na Operação Gola Alva. As informações são do site Divinews, confirmadas pelo Portal MPA.

Caso Print aceitasse o acordo, ele ficaria inelegível por 8 anos por corrupção e teria que devolver o dinheiro de propinas de empresários, conforme levantado pela investigação. O processo corre em segredo de Justiça.

A defesa do vereador alegou que aguarda o fim das oitivas e do relatório final da cassação na Câmara de Divinópolis. Print Júnior e Rodrigo Kaboja (PSD), também alvo da operação, podem ser cassados através de votação em plenário.

Os advogados do parlamentar querem provar a inocência, contando que o caso poderá chegar até a última instância, no Supremo Tribunal Federal. Eduardo acredita que a operação ocorreu “de forma política” por ser oposição ao prefeito Gleidson Azevedo (Novo), autor das denúncias de que empresários pagaram propina para vereadores.

Print Júnior recusa acordo do MP onde confessaria crime
Foto: Câmara Divinópolis