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Prefeitura de Divinópolis investiga mortes por dengue e nega omissão de dados

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A Prefeitura de Divinópolis esclarece boatos sobre óbitos por dengue no município. Segundo a Semusa, até o momento, a cidade tem o registro de dois óbitos que estão em investigação para chikungunya e dois óbitos em investigação para Dengue. As investigações dos óbitos não é uma decisão da Prefeitura, elas seguem um fluxo organizado pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado da Saúde. 

Na última semana, cidadãos denunciaram, através de perfil universitário da cidade, nas redes sociais, que a Prefeitura estaria omitindo os dados da Dengue e negligenciando a doença. Os usuários ainda cobram do órgão municipal a fiscalização de regiões próximas aos campus universitários, no bairro Belvedere, pois alegam ter muitos focos da mosquito. Diante disso, a Prefeitura alega que o fluxo da investigação do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado da Saúde determina que, ao chegar a informação de que houve óbito suspeito, a Vigilância Epidemiológica pega a declaração de óbito, a ficha de notificação, solicita a investigação hospitalar e faz a investigação domiciliar. 

Ainda, para esta investigação domiciliar é necessário um tempo de espera de sete dias para que seja realizada, em respeito ao luto da família. A Prefeitura ainda informa que toda documentação, incluindo exames, são encaminhadas para a Superintendência Regional de Saúde. A partir daí é necessário aguardar resposta do Comitê de Investigação de Óbito do Estado, via ofício. Somente o Estado pode afirmar se foi óbito por dengue ou chikungunya, ou descartar a suspeita. 

A Secretaria Municipal de Saúde de Divinópolis, através de seus agentes de combate a endemias, tem se desdobrado para conter a proliferação da doença, intensificando as visitas domiciliares em bairros com maiores notificações, pois 70% dos focos estão dentro das residências, além de utilizar a bomba costal e o carro fumacê.  Além destas ações tem realizado rotineiramente mutirões de limpeza por toda a cidade. Mesmo assim, com todas as ações realizadas, de acordo com o último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa), realizado em janeiro de 2023, o índice de focos de dengue em residência foi de 94%, e 6% em lotes vagos. Para mudar esta situação na cidade é preciso que toda a população esteja envolvida com o poder público. 

A Prefeitura de Divinópolis reforça que, provocar alarde de relevante interesse epidemiológico sem comprovação, caracteriza crime.

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