om o objetivo de combater o crime organizado e cumprir mandados de prisão contra foragidos de alta periculosidade atuantes no estado, a operação Cerco Fechado, desencadeada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), teve como resultado 12 prisões realizadas ao longo deste ano.
Por meio de ações estratégicas e abrangentes, a operação tem como foco a prisão de líderes e membros ativos de organizações criminosas, enfraquecendo assim importantes estruturas do crime em Minas Gerais.
Os trabalhos policiais são conduzidos pela Delegacia Especializada em Repressão a Roubo a Banco (DERRB), unidade vinculada ao Departamento Estadual de Investigação de Crimes Contra o Patrimônio (Depatri).
A operação focou em alvos de alta periculosidade com atuação destacada em Divinópolis:
- Titanic, de 34 anos, com passagens por latrocínio e homicídio, era um dos líderes do tráfico de drogas em Divinópolis e Pará de Minas. Ele foi preso em São Paulo, em uma operação que contou com o apoio da Polícia Civil paulista.
- Pote, de 36 anos, foi capturado em Divinópolis, cidade onde atuava em crimes de furto e roubo de veículos. Ele é conhecido pela alta reincidência e pela habilidade em desmantelar carros para venda de peças.
- Outro investigado, Corujinha, de 34 anos, com histórico de furtos, roubos e tráfico, foi detido em Pitangui, mas era conhecido por liderar atividades criminosas em Divinópolis.
Presos
Os 12 alvos foram localizados em
diferentes regiões. Alguns, em cidades distantes de pontos onde
chefiavam o tráfico de drogas, inclusive em outros estados:
– Um homem de 36 anos, conhecido como Bolinha, foi preso em
Juatuba, mas chefiava o tráfico em
Ribeirão das Neves, na região Metropolitana de Belo Horizonte;
– Outro, de 28 anos, também foi preso em Neves, local onde
traficava;
– Conhecido como Urso, um homem de 38 anos, que tinha como função
torturar pessoas que
deviam ao tráfico, foi preso em Sardoá, no Vale do Rio Doce.
– O “Deda”, de 31, atuava no Barreiro, mas foi preso em Ibirité, na
grande BH;
– Já o “Marreco”, “Jogador” ou “Dk” (apelidos pelos quais era
conhecido), atuava no bairro Lagoa,
mas foi preso em Caetanópolis, na região Central de Minas
Gerais;
– Um homem de 34 anos, conhecido como Titanic, atuava em
Divinópolis e em Pará de Minas, ele
que tinha passagens por latrocínio e homicídio, foi preso em São
Paulo;
– O “Pote”, de 36 anos, foi preso em Divinópolis, mesmo local onde
cometia os crimes, a maioria
furto e roubo de veículos;
– Um homem de 33 anos, o “Molinha”, atuava em Ribeirão das Neves e
preso em BH.
– Outro de 34 anos, o “Corujinha”, que furtava, roubava, tinha
passagens por tráfico em homicídio,
foi preso em Pitangui;















