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Medico de Itaúna descobre estado grave de criança com síndrome relacionada a Covid, paciente é transferido para Divinópolis

Postado em 10/02/2021 11:05

A Síndrome Respiratória Aguda Grave que está sendo relacionada como efeito da Covid-19 em crianças está se espalhando por Minas Gerais e já fez uma vítima na semana passada em Belo Horizonte, uma menina de 4 anos. A maioria dos casos foi registrada na região metropolitana da capital, mas há casos no interior.

Em Pará de Minas, uma menina de oito anos foi diagnosticada com a síndrome. No caso dela, os sintomas começaram em janeiro, um mês após os pais terem sido infectados com a Covid-19. A criança apresentou febre alta, vômito, diarreia e muitas dores pelo corpo.

A menina passou pela UPA 24H de Pará de Minas, mas o diagnóstico recebido não teve nada a ver com a síndrome ou com a Covid-19. Insatisfeita com o que soube, a mãe trouxe a criança para Itaúna, onde um médico fez um exame dos órgãos da menor e viu que a situação era bem pior do que se imaginava.

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Imediatamente, a criança foi levada para Divinópolis, para o Complexo de Saúde São João de Deus e chegou a ficar até entubada. Aos poucos, ela vem se recuperando e deve receber alta em breve do hospital.

A  mãe da criança acometida pela síndrome, Elisângela Campos destaca que na UPA 24H de Pará de Minas nenhum médico suspeitou de algo relacionado a Covid-19.

Elisângela Campos chama a atenção para o estado em que se encontravam os órgãos da menina.

Em casos de suspeita de qualquer sintoma envolvendo a Síndrome Respiratória Aguda Grave, procure atendimento médico imediatamente. A agilidade no diagnóstico é fator essencial para a rápida recuperação do paciente.

Agravante

A SES-MG explica que as crianças diagnosticadas com SIM-P podem evoluir de forma grave com insuficiência respiratória, doença renal aguda, insuficiência cardíaca aguda e também apresentar sintomas semelhantes à doença de Kawasaki, como febre, manchas vermelhas na pele, conjuntivite, edema de pés e mãos. Os sintomas respiratórios não são encontrados em todos os casos, segundo o Estado.

 

A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) chamam atenção para a importância da detecção precoce da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica e o correto atendimento do paciente.

Por JC Notícias 

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