A Prefeitura de Divinópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), divulgou nesta quinta-feira (29) o balanço atualizado dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus registrados no município em 2026. Os dados revelam 118 notificações de dengue, com 37 casos confirmados até o momento, além de oito hospitalizações e nenhum óbito registrado ou em investigação.
Segundo o levantamento, a maioria dos casos confirmados de dengue está concentrada em adultos jovens e de meia-idade. As faixas etárias mais atingidas são de 20 a 29 anos, com 26 registros, e de 30 a 39 anos, com 28 casos. Em seguida aparecem as pessoas entre 40 e 49 anos, com 16 notificações, e idosos acima de 60 anos, que somam 14 casos. Crianças e adolescentes também aparecem nas estatísticas, embora em menor proporção.
Em relação à classificação dos casos, 34 foram diagnosticados como dengue clássica, três como dengue com sinais de alarme e nenhum caso de dengue grave foi registrado. Ao todo, 81 notificações foram descartadas após investigação clínica e laboratorial, e não há casos em aberto no sistema.
Os exames laboratoriais apontam que, entre as sorologias realizadas, 25% apresentaram resultado positivo. Já na pesquisa do antígeno NS1, 30,51% dos testes confirmaram a presença do vírus. A distribuição por sexo mostra equilíbrio, com 57 casos em homens (48,31%) e 61 em mulheres (51,69%).
Entre os bairros com maior número de notificações estão Centro e Tietê, ambos com oito registros, seguidos por São José, com sete, Afonso Pena e Catalão, com cinco cada, além de Bom Pastor e São Judas, com quatro ocorrências. Outros bairros, como Bela Vista, Icaraí, Niterói, São Roque, Chanadour, Cidade da Luz, Danilo Passos I, Dona Rosa, Doutor José Thomaz e Esplanada também aparecem no levantamento.
No caso da chikungunya, foram registradas duas notificações, sem confirmações até o momento, mas com uma hospitalização. Não há óbitos relacionados à doença. Já o zika vírus não apresentou nenhum caso notificado, confirmado ou hospitalizado em 2026.
A Semusa reforça a importância das medidas de prevenção, como eliminar recipientes que possam acumular água parada, manter caixas d’água vedadas e permitir o acesso dos agentes de combate às endemias às residências. A secretaria destaca que o combate ao mosquito Aedes aegypti depende da participação ativa da população, especialmente durante o período de maior circulação do vírus.
Os dados foram extraídos em 29 de janeiro de 2026 e estão sujeitos a atualizações conforme a evolução das notificações e confirmações laboratoriais.











