Vigilância em saúde mostra preocupação em relação ao Aedes Aegypti

Postado em 11/11/2017 7:56

A Diretoria de Vigilância em Saúde divulgou, nesta sexta-feira (10/11), o Levantamento de Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa). Mesmo com a situação considerada média, a maioria dos focos continua nas residências. A cidade continua com a mesma média do penúltimo levantamento. O estado é de alerta, mesmo porque os números foram coletados em um período de seca, com a chuva a preocupação aumenta.

O LIRAa foi coletado entre 16 e 20 de outubro em 4.974 imóveis no município. De acordo com os dados coletados, o índice de infestação está no risco médio, mas a população deve continuar atenta devido ao início do período chuvoso.

O levantamento aponta índice de 1,04% de infestação, pouco abaixo do anterior, e 98,08% dos focos estão nas residências. De acordo com a diretora da Vigilância em Saúde, Janice de Oliveira Soares, o LIRAa foi realizado durante período seco, e a atenção deve ser redobrada com o início das chuvas. “Agora as chuvas já tiveram início, e já temos água parada em vários locais”, disse a diretora.

Janice reforça que o período chuvoso acarreta o aumento nas notificações dos casos de Zica e Chikungunya, além da Dengue. “Com o aumento nas notificações, a população deve estar mais atenta dentro das residências, onde se concentram a maioria dos focos”, reforçou.

Os locais onde são armazenados água para consumo, como caixas d’água, tanques, poços, tambores e manilhas, são os principais focos do mosquito, com 35,1%. Os depósitos fixos como ralos, caixas de passagens, sanitários em desuso e fontes ornamentais são os principais focos do mosquito, com 31,5%.

Os depósitos móveis como pratos e vasos de plantas, pingadeiras, bebedouros de animais e plantas aquáticas representam 16,7% dos focos. Os materiais passíveis de remoção como baldes, garrafas, latas, recipientes de plástico e pneus somam 14,8%. Os depósitos naturais como bromélias e plantas representam 1,9%.

Duas regiões apresentam risco médio de infestação: Norte, com 2,02%, e Nordeste, 1,83%. As demais regiões têm risco baixo de infestação: Sudeste, 0,97%, a Central, 0,68%, Oeste, 0,53%, e Sudoeste, 0,30%.

A população deve relatar focos pelo Disque-Dengue; o telefone para denúncias é o (37) 3221-3722, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

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