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“Única coisa que eu pedi ao HSJD antes de liberar a emenda, foi um plano de trabalho, pois eu não ia colocar emenda na Instituição, sem um plano”, disse Gleidson Azevedo

Postado em 03/06/2021 8:58

"Única coisa que eu pedi ao HSJD antes da liberação da emenda, foi um plano de trabalho, pois eu não ia colocar uma emenda no hospital sem ter esse plano. Como eu sou honesto, transparente, abri a Prefeitura para o deputado Léo Motta, mas foi tudo jogo armado o que fizeram comigo, mas eles bateram na porta errada. Ontem (02/06), o hospital apresentou 15%, não foi o que eu queria, porque eu queria 50%, mas já foi um ganho", disse o Prefeito.

Foto: SMPA/ “Única coisa que eu pedi ao HSJD antes da liberação da emenda, foi um plano de trabalho, pois eu não ia colocar uma emenda no hospital sem ter esse plano”

O Prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, participou nesta quinta-feira (03/06), do Programa Bom Dia Divinópolis, onde ele comentou sobre a live entre ele e deputado Léo Motta (PSL), onde o assunto foi emenda parlamentar que teria que ser destinada ao Hospital São João de Deus (HSJD).

Segundo o chefe do Executivo, o fato do deputado ter chegado em seu gabinete da forma que chegou, “foi tudo armado para o derrubar”. Ainda conforme Gleidson Azevedo, na terça-feira foi aniversário de Divinópolis, e o assunto era só esse. “Muitos falaram que eu fui mal educado com o deputado, mas ninguém viu como o deputado chegou lá no meu gabinete, após uma entrevista que eu concedi a uma outra emissora. Ainda para completar, na terça-feira o ex-deputado, Fabiano Tolentino, esteve falando também sobre o assunto, falando que eu não tive experiência. A única coisa que eu vou falar dessa emenda é que ela tem que voltar para o povo, e tenho certeza que você Fabiano Tolentino não brigaria pela cirurgias eletivas, como estou lutando. Única coisa que eu pedi ao HSJD antes da liberação da emenda, foi um plano de trabalho, pois eu não ia colocar uma emenda no hospital sem ter esse plano. Como eu sou honesto, transparente, abri a Prefeitura para o deputado Léo Motta, mas foi tudo jogo armado o que fizeram comigo, mas eles bateram na porta errada. Ontem (02/06), o hospital apresentou 15%, não foi o que eu queria, porque eu queria 50%, mas já foi um ganho”, disse o Prefeito.

Quando questionado porque o acordo não aconteceu antes, Gleidson respondeu que estava sempre em reunião com o hospital, e não chegava em um denominador comum de aumentar as cirurgias eletivas. “O hospital me apresentou 2%, depois passou para 5%, eu sempre quis 50%, e o hospital ontem (03/06) apresentou 15%. Não tenho nada contra o hospital, eu quero ser parceiro do hospital. Eu só não entendo o que a diretora do hospital, Elis Regina, tem contra mim, porque ontem eu fui na Instituição e a Elis Regina nem quis me atender”, finalizou. A qualquer momento a entrevista do Prefeito na íntegra. 

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