Prefeitura de Divinópolis tenta dar solução definitiva aos desabrigados de 2010 - Portal MPA

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Prefeitura de Divinópolis tenta dar solução definitiva aos desabrigados de 2010

Postado em 09/12/2021 18:18

População do Alto São Vicente aguarda a 11 anos a moradia própria e houve até protestos

Moradores da região do Alto São Vicente que estão aguardando o Projeto Prioritário de Investimento (PPI), são cerca de 24 famílias, que moravam em áreas de risco em Divinópolis, como o bairro Alto São Vicente, tiveram que sair dos imóveis em 2010 devido ao risco de desabamento das casas e aguardam há 11 anos pela casa própria.

Segundo a prefeitura até este ano não havia um projeto estrutural dos apartamentos, o que existia era apenas um croqui arquitetônico, que não seria o suficiente para começar a construção. Mas, que o recurso de R$1,5 milhão articulado, na época, pelos deputados Jaime Martins, Domingos Sávio e Newton Júnior, junto ao Ministério e a Caixa Econômica Federal (CEF) está no caixa do município. Enfim o projeto dos apartamentos já foi finalizado e enviado para aprovação da Caixa Econômica Federal, que solicitou alguns ajustes e já está em fase de aprovação na Caixa.

Durante a reunião foi apresentado o projeto para os moradores presentes, com o layout do apartamento bem como a estrutura no contorno dos prédios que contará com uma área de recreação.

Os imóveis serão construídos em uma área com mais de 2,2 mil metros quadrados, divididos em dois blocos com 12 apartamentos, no espaço conhecido como “Salgadão”, no prolongamento do bairro São Sebastião. O projeto visa oferecer moradia e qualidade de vida aos moradores de áreas de risco.

Ao todo serão aproximadamente 1,5 mil metros quadrados de área construída, 250 metros quadrados de área de lazer e 640 metros quadrados de estacionamento pavimentado. E, cada apartamento, possuirá cerca de 48 metros quadrados. Os beneficiários receberão os apartamentos sem nenhum custo.

A obra total está estimada em R$3,8 milhões, podendo sofrer alterações até a conclusão do orçamento. Atualmente, a prefeitura arca com mais de R$15 mil/mês com despesas com o aluguel social para as famílias que foram desabrigadas depois que suas moradias foram interditadas por estarem em área de risco.

Estiveram presentes na reunião o diretor de Edificações e Fiscalização de Obras Públicas, Júlio César Eustáquio, o secretário municipal de Obras Públicas, Paulo José, e o vereador Rodyson do Zé Milton.