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Pai reclama de atendimento da UPA e Prefeitura se posiciona

Postado em 09/12/2020 11:29

Gilberto Leopoldino, morador da Comunidade Rural dos Lopes, em Divinópolis, esteve na manhã de terça-feira (08/12) no Sistema MPA de Comunicação, onde relatou que seu filho de 21 anos, após ser eletrocutado, enquanto trabalhava no bairro Nova Holanda, em Divinópolis, foi encaminhado imediatamente a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Ainda segundo relatos do Gilberto Leopoldino, já na UPA, seu filho precisava de curativos, mas o que foi passado para ele na UPA, era que no local não tinha insumo para fazer o curativo. “Nesse momento eu reunir com o meu pessoal e e compramos os insumos para que pudessem fazer o curativo no meu filho. No caso do meu filho foi uma queimadura, ele não pode ficar exposto, e se ele pegar uma infecção? Tem que ter muito cuidado”, afirmou.

Em relação a vaga no hospital, Gilberto informou que como seu filho sofreu queimaduras, que o correto seria ele ser encaminhado ao hospital João XXIII em Belo Horizonte, porém, só depois de ter acionado o Conselho Regional de Saúde, ele conseguiu com o presidente que o filho fosse transferido ao Hospital São João de Deus (HSJD), em Divinópolis. “Nem médico auditor tinha lá para fiscalizar, só quem passa lá na UPA que sabe o que eu estou falando, eles não sabem nem quem é o médico auditor da UPA. Eu acionei o Conselho Regional de Saúde, e só assim em meia hora meu filho foi transferido ao Hospital São João de Deus (HSJD). Outra coisa que achei estranho é a questão do acesso. O acesso é irrestrito, entra e sai pessoas toda hora”, contou Gilberto. 

Posicionamento da Secretaria Municipal de Saúde por meio da assessoria de comunicação da Prefeitura:

A reportagem do Sistema MPA de Comunicação entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura, e  em nota respondeu os questionamentos da equipe do Sistema MPA. Sobre os insumos na UPA, esta explicou que tem insumos sim e que todos os insumos são padronizados pelo Ministério da Saúde. Já em relação as vagas, estas estão relacionadas com a regulação estadual. São critérios de regulação médica e disponibilidade dos leitos. 

Quando questionada sobre acesso a UPA, considerando tempos de pandemia, como a UPA esta lidando com essa pandemia, a resposta foi “sem restrição de acesso, sendo serviço de urgência”. Quanto a questão do  atendimento na UPA, a assessoria informou que serão apuradas atitudes individuais e responsabilizar quem está tomando atitude relacionada ao mau atendimento. E que a própria família elogiou outros membros da equipe.

A Prefeitura disse ainda que acompanha o caso desde o início e a Secretaria Municipal de Saúde informa que o paciente já foi transferido ao Hospital São João de Deus. A Semusa informa ainda que não está em falta de nenhum material de curativo na UPA. Um processo administrativo foi instaurado para averiguar a situação e possível ressarcimento da família por parte da empresa que administra a unidade de saúde.

Ouça abaixo entrevista completa com Gilberto Leopoldino

 

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