A
Semusa divulgou os dados com referência à dengue no município. Ao
todo, a Vigilância Ambiental notificou 286 casos da doença, dos
quais 88 foram confirmados. Em 2020, o total de 947 casos da doença
foi notificado. Destes, 691 foram confirmados.
Os
dados comparativos referentes a 30/11/2021 constataram que o número
de notificações caiu 69,80 % em relação ao mesmo período de 2020,
enquanto o município registrou queda de 87,26 % em
confirmações.
Nas
visitas de rotina, a maioria dos focos é eliminada pelos agentes de
saúde durante as vistorias. Os reservatórios são tratados com
larvicida e notificados pela fiscalização de Vigilância Ambiental.
Além da vistoria, a Semusa realiza tratamento com fumacê em áreas
com altos níveis de infestação.
A
Vigilância Ambiental enfatizou que a população deve contribuir para
a eliminação de possíveis criadouros: 10 minutos por semana são
suficientes para que o morador caminhe pelo quintal observando
bebedouros de animais, utensílios para plantas em vasos,
reservatórios de água, pneus, ralos e outros recipientes onde água
se acumule.
O
mosquito Aedes aegypti tem ciclo de vida de sete a dez dias e
compreende quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. Ao interromper
o ciclo de vida, o nascimento de mais mosquitos pode ser
prevenido.
Os
sintomas da dengue são febre alta, dores musculares intensas, dor
ao movimentar os olhos, mal estar, falta de apetite, dor de cabeça
e manchas vermelhas no corpo. Além da dengue, o mosquito é
transmissor da febre chikungunya e do zika vírus. Em caso de
suspeita, procure a unidade de saúde mais próxima para
acompanhamento.
DTC
A
Prefeitura de Divinópolis, através do trabalho dos agentes de
combate a endemias (ACE) da Vigilância em Saúde Ambiental que é
ligada à Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), realizaram
vistoria no Divinópolis Tênis Clube (DTC) em busca de criadouros de
Aedes aegypti. Novamente, nenhum foco com larvas do mosquito foi
encontrado.
Juliano
Cunha, supervisor-geral de Vigilância Ambiental, disse que esse é
bom indicativo. “É o resultado de ação mais constante, que ajuda a
evitar a proliferação do mosquito. Estivemos várias vezes no DTC
para verificar piscinas, reservatórios de água e presença de água
estancada, mas os agentes não encontraram nenhum foco de dengue”,
garantiu.













