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Resumo Olímpico: Sem medalhas para o Brasil, mas com importantes classificações.

Postado em 02/08/2021 13:02

As Olimpíadas de Tóquio tiveram uma segunda-feira movimentada, com momentos históricos, narrativas de superação e muita participação brasileira. Rebeca Andrade se despediu do Japão com “Baile de Favela” no solo da ginástica artística. No masculino, Arthur Zanetti sofreu uma queda e ficou fora da disputa por medalha nas argolas. As maiores vitórias, portanto, vieram no vôlei, principalmente na praia, com Alison e Álvaro Filho assegurados nas quartas de final.

Dona de um ouro no salto e uma prata no individual geral, a ginasta brasileira saiu sem medalha nesta segunda-feira. Rebeca Andrade acabou na quinta colocação no solo, mas não sem empolgar quem prestigiou a apresentação no ginásio.

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Ainda no mesmo ambiente, o Brasil viu Arthur Zanetti arriscar na saída da competição de argolas para buscar uma medalha. Não deu certo, e o campeão olímpico em Londres se despediu do Japão sem subir ao pódio, assim como Caio Souza, oitavo no salto.

As vitórias vieram no vôlei. Na praia, Alison e Álvaro Filho avançaram às quartas de final com autoridade ao vencer Gaxiola e Rubio, do México, em sets diretos. Na quadra, a seleção feminina fez 3 a 0 no Quênia e assegurou a liderança do Grupo A.

Rebeca Andrade se despediu de Tóquio com a apresentação no solo. Ao som de “Baile de Favela”, a ginasta saiu do tablado em uma aterrisagem e ficou fora da disputa por medalha.

Com 14.033 de pontuação, abrasileira terminou com a quinta colocação. A estadunidense Jade Carey se consagrou campeã olímpica com uma apresentação segura e a nota de 14.366.

No masculino, as quedas marcaram as apresentações de Arthur Zanetti nas argolas e Caio Souza no salto.

Zanetti fez uma apresentação extremamente segura, mas arriscou na saída e se desequilibrou na queda. A nota de 14.133 tirou o campeão olímpico da briga pela terceira medalha.

Já Caio Souza, em sua primeira final olímpica, competiu com dores por uma lesão no pé e ficou em oitavo no salto. No primeiro voo, o brasileiro fez 14.466.

No segundo, com uma queda no momento da aterrisagem, a nota de 12.900 condenou a briga por medalha.

O vôlei de praia masculino segue com representante na briga por medalha. Depois da eliminação precoce de Bruno Schmidt e Evandro, Alison e Álvaro Filho sobraram e asseguraram vaga entre os oito melhores do torneio.

Em apenas 38 minutos,a dupla fez 2 sets a 0 sobre os mexicanos. Alison, campeão na Rio 2016, e Álvaro Filho encaram Plavins e Tocs, da Letônia, justamente os algozes dos outros brasileiros.

A equipe feminina de vôlei confirmou o favoritismo e derrotou o Quênia, time dirigido por Luizomar de Moura, por 3 sets a 0, parciais de 25/10, 25/16 e 25/8. o resultado confirmou o Brasil como líder do grupo A e o rival será o Comitê Olímpico Russo nas quartas de final.

Diante do cenário absolutamente favorável, Zé Roberto Guimarães ainda promoveu a entrada de Ana Cristina, jogadora de apenas 17 anos e que atuou no terceiro set. A levantadora Macris, embora tenha participado do aquecimento, seguiu resguardada.

No dia em que completou 26 anos, Izabela da Silva representou pela primeira vez o atletismo feminino em uma final olímpica no lançamento de disco.

A brasileira teve 60m39 e terminou com a décima primeira colocação. O ouro ficou com a estadunidense Valarie Allman, que conseguiu a marca de 68m98 logo no primeiro arremesso.

Protagonistas de um dos grandes momentos olímpicos no Japão, Gianmarco Tamberi e Mutaz Barshim dividiram o lugar mais alto do pódio na abertura da janela noturna do atletismo.

O italiano e o catariano, que decidiram dividir o ouro no salto em altura, cantaram os hinos nacionais dos países e receberam a premiação nesta segunda-feira.

Laurel Hubbard não avançou à final do levantamento de peso, categoria acima de 87kg feminina, mas fez histórica em Tóquio. A neozelandesa se registrou como a primeira atleta transgênero a competir em uma Olimpíada.

A participação de Laurel Hubbard acabou ainda na prova do arranque. Ela tentou levantar 120kg na primeira oportunidade, e 125kg na segunda e terceira, sem sucesso. Com isso, sequer participou do arremesso.

Depois de cair na eliminatórias dos 1.500m e se recuperar vencendo a bateria, Sifan Hassan conquistou o primeiro ouro nas Olimpíadas de Tóquio. Sem sustos, a holandesa completou os 5.000m no tempo de 14min36s79 e se consagrou campeã olímpica.

Se Sifan Hassan sentiu o gosto do ouro olímpico pela primeira vez na carreira, Mijaín López se colocou como o maior atleta da história olímpica da luta. Nesta segunda-feira, o cubano conquistou o tetracampeonato, algo inédito na modalidade.

Sem sofrer qualquer pontuação durante toda a campanha, o atleta de 38 anos derrotou na decisão o georgiano Iakobi Kajaia por 5 a 0 e repetiu Pequim, Londres e Rio ao subir no lugar mais alto do pódio na categoria até 130 kg.

O cubano ultrapassou o russo Alexandr Karelin, campeão olímpico em Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996 e prata na edição de Sydney 2000.

Nos gramados, uma enorme surpresa. O Canadá, algoz da seleção brasileira nas quartas de final, derrotou os Estados Unidos por 1 a 0 e avançou à final do torneio feminino de futebol. A equipe de Megan Rapinoe vai disputar o bronze.

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