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Pensando na Libertadores, Cuca espera que a parada do futebol seja curta.

Postado em 21/03/2021 12:16

A estreia de Cuca no Atlético significará, também, o último jogo do clube antes de enfrentar nova suspensão de partidas oficiais, devido à Covid-19. Na segunda-feira, a FMF irá se reunir com o Governo de Minas para paralisar o Estadual ao menos até o fim do mês. O Galo já se prepara para vivenciar período sem jogos, apenas com treinos, faltando um mês para a chegada da Copa Libertadores 2021.

“Vamos nos cuidar. Se tiver que ter paradinha no futebol, que ela seja curta e que possamos retornar logo e fazer a alegria do povo” .

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Num calendário sem suspensões, o Atlético entraria em campo diante da Caldense, na quarta-feira, em Poços de Caldas. Estava previsto um treino para domingo, às 10h. Mas ele foi cancelado. A reapresentação será na segunda-feira, com, muito provavelmente, “semana cheia” de treinos.

Um período sem jogos antes da Libertadores foi enfrentado justamente por Boca e River, que tiveram dificuldades nas semifinais contra o Palmeiras e o Santos do técnico Cuca, hoje no Galo. Os brasileiros foram os finalistas. Este obstáculo vivenciado pelos gigantes argentinos foi lembrado por Cuca, que também falou sobre a parada do futebol diante do quadro agravado da pandemia.

O Atlético já se classificou direto para a fase de grupos da competição, etapa com previsão de iniciar em 20 de abril – dias após a última rodada da 1ª fase do Mineiro, na sua programação original. No próximo dia 9, em Assunção, a Conmebol faz o sorteio das chaves. O Galo estará no segundo pote e pode ter River, Boca, Peñarol, Nacional, Olimpia ou Cerro Porteño como cabeças de chave.

“Se for parar, que seja o menos tempo possível. E que a gente tenha conscientização total, total. O pessoal tem que ser consciente”

“É uma coisa assim… É muito difícil para eu, como pessoa, que está com a mãe na UTI, e com respirador, entubada, falar sobre isso. Sabe.. A gente tem que medir tudo. A gente sabe que o futebol é um dos lugares mais seguros que existe, por todos os fatores. Mas temos que entender que, se as pessoas estão fazendo isso, é por necessidade. Mas o povo, saindo fora do futebol, tem muitos lugares de trabalho que não é onde você vai pegar Covid. Você vai pegar em lugares de fazer festa, de descansar, de comemora alguma coisa do que propriamente no lugar onde vá trabalhar”

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