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Felipe Conceição reconhece que Cruzeiro jogou mal, mas exalta a vaga para a próxima fase da Copa do Brasil.

Postado em 12/03/2021 12:37

Cruzeiro teve dificuldades em Boa Vista, a capital de Roraima, mas avançou na Copa do Brasil ao empatar por 1 a 1 com os São Raimundo em jogo único da primeira fase. Tecnicamente, não foi uma boa exibição. O time até saiu atrás no placar, logo aos oito minutos de jogo. Mas, com luta e insistência, o empate veio no segundo tempo, e a vaga também. O treinador Felipe Conceição valorizou.

“Entendemos, no decorrer da partida, o que ela pedia. Não foi fácil, principalmente por ter tomado o gol logo no início, mas tivemos a calma e a tranquilidade de buscar o empate e conseguir essa classificação, que é importante pro grupo e pro clube. Devagarinho, vamos crescendo e conquistando coisas que são um pouco intangíveis”.

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“Valeu pela luta, pela alma, pela entrega, principalmente no segundo tempo. Mostramos brio, e a equipe está de parabéns por isso”

Toda essa luta foi necessária, segundo ele, também por alguns elementos que estiveram presentes no estádio Canarinho e dificultaram a vida do Cruzeiro.

“O contexto, um jogo só, decisivo… Mais o campo, mais calor, mais a sequência de jogos no início de temporada, numa pré-temporada tão curta. Mas mesmo no dia que a gente não consiga jogar tão bem, conseguir a classificação e não perder é de vangloriar os atletas, é de enaltecer a entrega, a luta”.

“Você está enfrentando uma equipe que está fazendo o jogo do ano, o jogo da temporada. Num campo adverso, um campo complicado de se jogar como a gente gostaria. (…) No futebol, tem dia que você não vai jogar bem, por “N” motivos, mas a gente conseguiu a classificação, isso foi o mais importante. Os atletas demonstraram uma luta muito grande, uma entrega muito grande, e conquistamos uma importante classificação para o clube”.

Na próxima fase da Copa do Brasil, o Cruzeiro enfrentará o América-RN, que eliminou o Real Brasília na primeira fase, ao vencer por 2 a 0 fora. O mando será sorteado pela CBF e não há vantagem de empate. Igualdade no tempo normal levará a decisão da vaga as penalidades.

“Acho que nos dois tempos nós conseguimos criar chances. No primeiro, uma adaptação também ao campo, às situações do jogo. Natural, um campo que prejudica um pouco a nossa velocidade, as movimentações. Tivemos que mudar um pouco a característica do que a gente vem trabalhando. Mas a entrega, a competência deles de correr atrás do resultado, com tranquilidade e sabedoria, acho que premiam nossa classificação e nos deixam felizes. Importante pro clube, importante pro processo também. Devagarinho, vamos colocando os tijolinhos que temos que colocar. O tijolinho ficou na alma, na entrega e na disposição que a gente teve pra buscar o empate e a classificação”.

“A lição é que tem dia que não vai jogar bem, tem dia que o contexto não permite, e você tem que ganhar o jogo, porque o Cruzeiro sempre busca classificar, ganhar, e isso fizemos (em Boa Vista). Tem dia que realmente não vão sair as coisas como a gente deseja. Mas tivemos brio, sabedoria. Ganhamos muitas coisas não na parte tática, mas sim na entrega, na disposição, na união da equipe de ver atletas entrando, correspondendo, ajudando, e todo o grupo vibrando. O Cruzeiro precisa disso, uma equipe com alma. E nós tivemos”.

“A análise é mais ampla do que só entrar melhor ou não. Tem várias situações que podem tornar esse fato real. A gente analisa cada partida, cada situação, a sequência dos atletas, característica do jogo. Eu reparo muito o que cada um do banco pode dar naquela partida”.

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