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Cruzeiro fica no empate com o Juventude e continua no Z4 da série B

Postado em 16/10/2020 23:32

Uma noite dos goleiros. Fábio, pelo lado celeste, defendeu um pênalti, enquanto Marcelo Carné, do lado adversário, fez duas intervenções precisas na etapa final. No fim, placar inalterado no Mineirão: 0 a 0. Diante do Juventude, no Mineirão, o Cruzeiro completou o quarto jogo seguido sem vitórias na Série B, o segundo empate sem gols. Resultado péssimo para a Raposa, que segue na vice-lanterna, com 13 pontos, catorze atrás da Ponte Preta, quarta colocada. 

Na próxima terça-feira, em Ponta Grossa, contra o Operário, a Raposa tenta virar a página e iniciar uma nova história sob o comando de Luiz Felipe Scolari, e ele terá trabalho, pois vários ajustes precisarão ser feitos para, inicialmente, tirar o clube da incômoda zona do rebaixamento. Ao menos, o segundo tempo do time foi mais produtivo e com bastante volume de jogo, o que pode inspirar um caminho.  

O primeiro tempo do Cruzeiro diante do Juventude foi sonolento, bastante parecido com o desempenho do time nas últimas partidas. Logo no início do jogo, aos seis minutos, Fábio teve que intervir para evitar que o time saísse mais uma vez atrás no placar, defendendo uma cobrança de pênalti de Renato Cajá após toque de mão de Rafael Luiz dentro da área. Foi o 31º pênalti defendido por Fábio pelo Cruzeiro, o terceiro só nesta temporada. 

Os problemas de saída de bola do time ficaram evidentes com o zagueiro Ramon sendo improvisado como volante. E, mais uma vez, a criação de jogadas deixou a desejar, com Maurício na esquerda e Régis pouco inspirados. As principais apostas ficavam mesmo nas subidas dos laterais. Na frente, o esforço de Sassá não compensava a pouquíssima produção ofensiva. 

O jogo melhorou mesmo na segunda etapa, com o Cruzeiro acumulando múltiplas chances, quase que seguidas, de derrubar a meta do Juventude. Mas o time encontrou resistência em belas intervenções do goleiro Marcelo Carné em cabeçadas de Marcelo Moreno, que foi a campo na vaga de Sassá, e também de Ramon. 

E quando não era Carné, o Cruzeiro tropeçava em seus próprios erros de finalização, como o belíssimo lance de Régis, que chapelou o defensor do Juventude, mas, cara a cara com o goleiro do time de Caxias, pegou muito mal e desperdiçou ótima chance.

Só no segundo tempo, o Cruzeiro teve 12 finalizações das 19 que o time teve durante todo o jogo. Mas das 19 apenas duas foram no gol.    

 

Fonte: O tempo

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