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Irmã de Dolly Parton revela que cantora ocultou batalha contra câncer de familiares antes de sua morte

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Imagem: Getty Images

A irmã de Dolly Parton, Stella Parton, afirmou em entrevista ao programa CBS Mornings que a famosa cantora ocultou de parte da família a sua luta contra o câncer antes de seu falecimento, ocorrido em agosto aos 80 anos. Segundo Stella, apenas os parentes mais próximos tinham conhecimento dos problemas de saúde enfrentados pela artista, que preferiu manter a doença sob sigilo para evitar preocupações desnecessárias entre fãs e familiares.

De acordo com Stella, Dolly Parton tinha uma postura que evitava expor aspectos negativos de sua saúde, especialmente para não gerar ansiedade ou tristeza entre aqueles ao seu redor. A cantora, conhecida por sua personalidade otimista e por sua forte ligação com o público, não desejava que as demonstrações de solidariedade ou preocupação prejudicassem o bem-estar emocional da família. Stella, que possui 77 anos, afirmou que a irmã ficaria satisfeita com as homenagens que recebeu após sua morte, reconhecendo que Dolly não gostava de ver as pessoas tristes e que as manifestações de carinho poderiam ajudar a confortar a família nesse momento de luto.

A irmã também comentou sobre a disposição de Dolly em participar de testes de medicamentos experimentais, caso não houvesse mais esperança de recuperação. Segundo Stella, a intenção da cantora era que esses testes pudessem contribuir para avanços na medicina e ajudar outras pessoas no futuro, demonstrando seu espírito de solidariedade e preocupação com o bem coletivo.

Após a confirmação de seu falecimento, representantes de Dolly Parton confirmaram que a artista havia sido diagnosticada com câncer, embora detalhes específicos sobre seu quadro clínico não tenham sido divulgados. Informações do TMZ indicam que Dolly foi hospitalizada poucos dias antes de sua morte, devido a problemas renais e condições autoimunes, e permaneceu internada no Vanderbilt University Medical Center, em Nashville. A hospitalização ocorreu em uma fase final de sua doença, refletindo a gravidade de seu estado de saúde naqueles momentos.

Dolly Parton foi sepultada em 28 de agosto no Woodlawn Memorial Park and Mausoleum, ao lado de seu marido, Carl Dean Thomas, que faleceu em março de 2025, aos 82 anos. Segundo relato de um primo da cantora ao programa Today, a cerimônia foi reservada e rápida, refletindo a privacidade que Dolly sempre buscou em momentos pessoais.

Na última entrevista concedida antes de sua morte, Dolly revelou que vinha enfrentando problemas de saúde aos quais não deu atenção suficiente, pois estava cuidando de seu marido. A artista destacou que, apesar das dificuldades, manteve-se forte até o final. Sua morte marcou o encerramento de uma carreira marcada por sucesso, solidariedade e uma conexão profunda com seu público, deixando um legado de esperança e resistência.