A Justiça de São Paulo condenou o empresário Lírio Parisotto, de 72 anos, a pagar uma indenização de R$ 150 mil por danos morais à modelo e atriz Luiza Brunet, de 64 anos, em decorrência de agressões sofridas em 2016. A sentença foi proferida em 8 de outubro de 2026 pela 36ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo e confirma a gravidade do episódio, ocorrido em Nova York, nos Estados Unidos.
De acordo com informações divulgadas inicialmente pela coluna Gente, da revista Veja, e posteriormente confirmadas pelo portal Splash, a decisão judicial reconhece a violência física e psicológica que Brunet enfrentou durante o incidente. A modelo relatou que, após a agressão, sofreu fraturas em quatro costelas e hematomas que afetaram o corpo e o rosto, além de danos emocionais decorrentes do episódio. Os detalhes do ocorrido indicam que a agressão aconteceu em 22 de maio de 2016, em um contexto que ainda está sendo avaliado pela Justiça.
A sentença determina que o valor da indenização seja atualizado monetariamente e acrescido de juros desde a data do episódio, considerando os critérios estabelecidos na decisão judicial. A Justiça paulista, no entanto, rejeitou os pedidos de indenização por danos materiais e por lucros cessantes feitos por Brunet, alegando insuficiência de provas que sustentassem esses pedidos. Assim, esses pedidos não foram acolhidos na sentença, embora o processo continue em andamento e Parisotto tenha o direito de recorrer da decisão.
A reportagem do Splash entrou em contato com Luiza Brunet, Lírio Parisotto e seus representantes para obter comentários sobre a condenação. Até o momento, não houve manifestação oficial de nenhuma das partes, e o espaço permanece aberto para possíveis declarações futuras. A condenação de Parisotto representa um marco na luta contra a violência e o abuso, destacando a importância do reconhecimento de direitos e da responsabilização em casos de agressão.
Este episódio reforça o debate público sobre a violência contra mulheres, especialmente em situações envolvendo figuras públicas, e evidencia a atuação do sistema judiciário na punição de condutas que violam a integridade física e moral de indivíduos. A decisão também serve como precedente para casos similares, demonstrando o compromisso da Justiça em responsabilizar agressores, independentemente de sua posição social ou influência.











