O rapper e empresário Diddy, de 56 anos, foi levado a um hospital fora do presídio federal FCI Fort Dix, localizado em Nova Jersey, na madrugada do último sábado (10), após sofrer um ferimento na cabeça enquanto cumpria sua pena. A informação foi confirmada pelo site TMZ, que destacou que o artista foi retirado da unidade prisional para receber atendimento médico, mas retornou à prisão antes do amanhecer.
De acordo com fontes próximas ao presídio, o incidente ocorreu por volta da 1h da manhã, quando uma ambulância saiu do complexo para transportar o músico até um hospital. As mesmas fontes afirmaram que o ferimento não apresentava risco de morte, e que Diddy permanecia consciente e comunicativo durante o procedimento. Ainda não há detalhes oficiais sobre a origem da lesão ou qual hospital ele foi encaminhado, uma vez que o TMZ não confirmou essa informação até o momento.
Este episódio ocorre em um contexto de tensões e acontecimentos recentes na vida do artista dentro da prisão. Nos últimos meses, Diddy tem estado envolvido em situações que chamaram atenção das autoridades e da mídia. Segundo relatos do TMZ, ele foi transferido para uma ala de segurança especial após alegações de que teria acesso a regalias que incluem massagens, consumo de álcool e uso de um telefone celular, privilégios considerados incomuns para um detento comum.
Além disso, em julho, Diddy se envolveu em uma briga com outro detento, embora as circunstâncias do conflito não tenham sido detalhadas pelas fontes. Essas ocorrências reforçam o clima de controvérsia em torno da sua permanência na prisão, que tem previsão de liberação para março de 2028. No entanto, a data de soltura do empresário já foi adiada por nove ocasiões ao longo do cumprimento da pena, refletindo a complexidade do processo.
Diddy encontra-se atualmente cumprindo uma sentença que, por ora, mantém sua libertação indefinida, enquanto os detalhes do incidente médico ainda estão sendo apurados. A situação reforça o interesse público e a atenção da mídia sobre sua condição dentro do sistema penitenciário, além de levantar questões sobre as condições de saúde e segurança do artista durante o período de encarceramento.












