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Comércio e serviços geram cerca de sete em cada dez empregos em BH

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Os números são de uma análise dos últimos meses, que afirma saldo positivo de empregos líquidos em BH

Foto: Fecomércio MG/Reprodução site oficial

O setor de comércio e serviços gerou 66,78% dos empregos em Belo Horizonte no mês de outubro, ou seja, quase sete carteiras assinadas em dez. O número de admissões superou o número de desligamentos em 789 vagas no comércio e em 1.557 no segmento de serviços na capital. 

Os números são da análise do Núcleo de Estudos Econômicos da Fecomércio MG, utilizando os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.  

Belo Horizonte teve 21% de participação nas admissões, e 20% no número geral de demissões no estado em outubro, com saldo positivo de 3.513 empregos líquidos (diferença entre admissões e desligamentos).

Minas Gerais

Em Minas Gerais, o saldo de empregos geral de outubro, admissões menos demissões, ficou em 3.176 contratações, quase cinco vezes menor do que o saldo de empregos verificado no Caged de setembro. Foram admitidas 232.867 pessoas e demitidas 229.691.

No estado, o setor de comércio e serviços registrou 37,0% das vagas abertas em outubro, ou cerca de quatro em dez novas carteiras assinadas. O saldo de emprego do setor terciário, admissões menos demissões, ficou em 3.314 no comércio e 586 em serviços em outubro. Os dois segmentos empregam atualmente 3.288.314 pessoas em Minas Gerais, sendo 1.083.822 no comércio e 2.204.492 em serviços.   

Conforme a análise, em todo o estado, jovens com idade entre 17 e 24 anos ficaram com 60,4% das movimentações das vagas, em contrapartida, pessoas acima de 65 anos ficaram com 4,3% dos empregos formais de outubro. O nível médio de ensino predominou nas contratações com percentual de 45,9%.

De acordo com Fernanda Gonçalves, economista da Fecomércio MG,

“apesar do saldo de emprego em outubro ser menor (3.176) frente a setembro (16.168), Minas Gerais mantem sua performance positiva, mesmo com as altas taxas de juros praticadas no mercado (SELIC a 11,75% a.a.) e da tendência de crescimento da inflação, que se encontra em 4,76% no acumulado em 12 meses, prejudicando o poder de compra do consumidor. Apesar dos desafios enfrentados, outubro marca o início do super trimestre, período em que os setores começam a se preparar e a contratar funcionários temporários”, explica Gonçalves.  

Sobre a Fecomércio MG

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais integra o Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac em Minas e Sindicatos Empresariais que tem como presidente o empresário Nadim Donato. A Fecomércio MG é a maior representante do setor terciário no estado, atuando em prol de mais de 740 mil empresas mineiras. Em conjunto com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, a Fecomércio MG atua junto às esferas pública e privada para defender os interesses do setor de Bens, Serviços e Turismo a fim de requisitar melhores condições tributárias, celebrar convenções coletivas de trabalho, disponibilizar benefícios visando o desenvolvimento do comércio no estado e muito mais.

Há 85 anos, fortalecendo e defendendo o setor, beneficiando e transformando a vida dos cidadãos.

Foto: Fecomércio MG/Divulgação

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