Blog do Gu Freitas

Atlético: 90 minutos do nada

Postado em 13/02/2020 12:00

Ontem, 12/02, o Galo estreou pela Copa do Brasil e empatou com o Campinense por 0×0. Resultado suficiente para avançar o time mineiro para a próxima fase.

A Copa do Brasil proporcionava peculiaridades como o Santo André Campeão, Paulista campeão, mas com esse regulamento ridículo, proporciona facilidades aos considerados grandes.

O Atlético avançou em um jogo onde merecia ter sido derrotado. O regulamento ridículo de o empate ser a favor do grande é péssimo para o futebol e também para o clube grande, que tem suas falhas maquiadas pelo simples fato de ter avançado.

Matemática simples: Vitória avança o time vencedor e se der empate, penalidades máximas, mas como de costume, a CBF não consegue organizar nem um simples jogo aqui nas ruas de pedra do Catalão. Aliás, a CBF deveria cuidar somente da seleção brasileira e deixar os clubes cuidarem de si mesmos.

Deixando o regulamento de lado, vamos à análise do jogo de ontem: O Atlético nem sequer assustou um time da série D do nosso futebol. Foi um time desorganizado e sem criatividade. O Campinense foi melhor, criou as principais oportunidades (23 a 8 em finalizações, segundo o Footstats) e só não marcou porque esbarrou na baixa qualidade técnica de seus jogadores.

Revendo seus conceitos

O trabalho está apenas começando, mas Dudamel precisa urgentemente encontrar o “cérebro” do time. Precisa se conscientizar que Di Santo não tem a mínima capacidade de ser titular de um clube tão grande igual o Atlético.

Volante não é armador, Dudamel. Proteger seus jogadores em entrevistas dizendo que eles podem fazer o que claramente não podem, só trará desgaste ao seu trabalho.

Enfim, foram 90 minutos de angústia e sofrimento para o torcedor atleticano. A cada minuto que se passava não se via tática, nem garra e muita menos chances de gols criadas. O trabalho é muito e o tempo de paciência da torcida passa rápido.

A esperança de muitos torcedores está na chegada de Tardelli e também de Savarino. Um possível goleador e um possível candidato a garçom do time.

Dudamel precisa trabalhar, mas também tem que torcer para que seus reforços cheguem e supram a falta de criação de jogadas e de gols da equipe.

E aí, atleticano, Tardelli e Savarino serão a salvação do time de Dudamel?

 

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Autor do blog: Gu Freitas

Publicitário e Especialista em Políticas Públicas. Amante da música, dos animais, do esporte, e principalmente, do futebol. Conversador de futebol na Minas FM e TV Candidés.

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