
A terceira edição do “Opera Mais Fhemig, Aqui em Minas a
Fila Anda!” manteve o ritmo das ações anteriores e realizou
129 cirurgias eletivas no último mutirão, referente ao mês de
abril. A iniciativa segue como uma das principais estratégias da
Fundação
Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) para ampliar o
acesso da população a procedimentos pelo Sistema Único de Saúde
(SUS) e reduzir o tempo de espera por cirurgias eletivas no
estado.
Desde o início do programa, em fevereiro, já são quase 400
pacientes beneficiados. A expectativa é que o número ultrapasse mil
cirurgias até o fim do ano, com a realização contínua dos mutirões
mensais.
O Hospital Regional Antônio Dias, em Patos de Minas, liderou o
número de procedimentos, com 26 cirurgias realizadas. O Hospital
Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, registrou 24 procedimentos.
O Hospital Júlia Kubitschek realizou 20 cirurgias, seguido pelo
Complexo Hospitalar de Barbacena, com 19. O Hospital Alberto
Cavalcanti, na capital, e o Hospital Regional João Penido, em
Juiz de Fora, contabilizaram 14 procedimentos cada. No Hospital
Cristiano Machado, em Sabará, foram realizadas oito cirurgias.
A Maternidade Odete Valadares registrou quatro
procedimentos.
Acesso mais rápido ao tratamento
A agilidade no atendimento tem impactado diretamente a vida dos
pacientes e familiares. Felipe Vidal acompanhou de perto a cirurgia
da mãe no Hospital Alberto Cavalcanti, após um diagnóstico de
câncer com metástase.
Segundo ele, a rapidez no encaminhamento fez diferença no início do
tratamento. A paciente, que morava em Uberlândia, foi transferida
para Belo Horizonte para ficar mais próxima da família e dar
continuidade ao cuidado. Em pouco mais de um mês, passou pela
cirurgia e iniciou a quimioterapia.
Felipe destacou a organização do atendimento e a definição da
melhor conduta clínica. De acordo com ele, a antecipação da
cirurgia permitiu ajustar o início da quimioterapia para um formato
mais adequado, com uso de cateter, reduzindo o tempo de permanência
no hospital. “Pelo caso dela ser mais grave, foi a melhor escolha”,
concluiu.











