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Jovem morre ao ser jogada de ponte sem corda em salto de ‘rope jump’ em SP

Jovem morre ao ser jogada de ponte sem corda em salto de 'rope jump'

Uma jovem de 21 anos morreu na tarde deste sábado (13) durante um salto de “rope jump” sem corda em Limeira, no interior de São Paulo. Maria Eduarda Rodrigues de Freitas comprou um passeio que incluía trilha guiada e salto do alto de uma ponte desativada, mas foi arremessada da plataforma sem que a corda de segurança estivesse presa ao corpo.

Um vídeo que circula nas redes mostra o instante exato da falha. Três guias seguram a estudante e a lançam no vazio. Logo depois da queda, alguém grita “gente, a corda”, enquanto a gravação revela o equipamento largado no chão da plataforma. Testemunhas contaram à Polícia Militar que a altura era de aproximadamente 40 metros.

Os três homens responsáveis pelo salto foram presos em flagrante e autuados por homicídio com dolo eventual — quando se assume o risco de provocar a morte. A delegada Andrea Dantas Levy, que registrou o caso, entendeu que havia clara negligência. Em nota, a defesa dos acusados afirmou que eles são experientes na atividade e que, em anos de atuação, essa foi a primeira fatalidade.

O que é rope jump?

O rope jump é um esporte radical onde o praticante salta de grandes alturas, como pontes, penhascos ou pedreiras, preso a cordas de escalada. A prática também é chamada de salto de pêndulo.

Diferente do bungee jump, que usa elásticos para um salto vertical, o rope jump usa cordas estáticas e converte a queda em um movimento de balanço ou pêndulo gigante.

Antes do salto, a equipe deve checar se tudo está conectado. Empresas profissionais adotam a checagem dupla: mais de um instrutor confirma se os equipamentos estão fixados antes de autorizar a queda. Porém, não houve a inspeção nesta ocasião.

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