Você encontra esta notícia em:
sexta-feira, 8 de junho de 2012

Criança acorda no próprio velório, pede água e morre em seguida


Por:
Direto da Redação
Repórter de plantão
Tamanho do Texto

Uma experiência impressionante assustou uma família na ilha de Cotijuba, em Belém. Uma criança de dois anos que foi declarada morta acordou no próprio velório, pediu água para o pai. Ele foi levado para o hospital mas chegou morto.
O caso aconteceu no último sábado, dia 2. Os familiares relataram à polícia que levaram o filho para o hospital na sexta-feira à noite com febre e falta de ar. À noite os médicos declararam a morte da criança por insuficiência respiratória e prepararam o corpo para o velório, com algodões na boca e nariz.
Os familiares relataram à polícia que chegaram a retirar os algodões da criança e também abriram o “lençol de cadáver”, um saco plástico onde o corpo é mantido para o transporte.

Segundo a Folha de S. Paulo, familiares relataram que durante o velório o corpo da criança se mexeu. O menino acordou, tossiu os algodões que estavam na sua boca e pediu água ao pai, que é agricultor. Alguns familiares entraram em choque e o pai do menino realizou massagem cardíaca na criança e o levou para o hospital. Ao dar entrada, o menino de dois anos não resistiu e morreu.

A Polícia Civil do Pará investiga se houve erro médico na declaração da “primeira morte” da criança. A direção do hospital afirmou, em nota, que só será possível esclarecer o episódio caso o corpo da criança seja exumado. Na primeira vez que o garoto foi declarado morto, ele foi tamponado e ficou cerca de três horas sem respirar. A assessoria do hospital achou muito estranho pois se a criança estivesse viva não teria condições de ficar tanto tempo sem respirar e também quer explicações sobre o ocorrido.

Tags:, , , Esta notícia teve 10.780 views.
publicidade
Comentários via Facebook *Os comentários não representam a opinião do portal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
Comentários via Disqus *Os comentários não representam a opinião do portal; a responsabilidade é do autor da mensagem.
  publicidade:

22/07ULTIMAS NOTÍCIAS:
JÁ LEU ESSAS?

  publicidade:
  publicidade:
  publicidade: